Estância, 05 de Fevereiro de 2011
O mínimo já não é o suficiente
Já não me faz contente
E nem me faz sorrir
Eu tenho um nada
que sempre acaba
que me deixa ir
Hora falta a água
Hora falta o pão
Hora sobra a mágoa
Resta o coração.





O coração meu caro, o mais precioso. Mas só bate se for alimentado, e com o mínimo só o mínimo é oferecido. Legal seu poema, gosto das suas cadências.
ResponderExcluirÉ... o ritmo, a zabumba o zabumbeiro e o som.
ResponderExcluirComponentes dos meus versos!
É isso meu caro, temos que ir ao máximo, ao total do mínimo de nós!
Grande abraço!