domingo, 13 de março de 2011

SERGIPANÊS



Estância, 19 de Fevereiro de 2011



Tenho um pandeiro que se chama Brasil
E uma zabumba chamada nordeste,
Filho daqui sou cabra-da-peste
Cantando um repente de rima febril.
O meu berimbau me faz cantador,
Canto alto, espero a resposta
Um samba de roda a galera gosta
E bom capoeira tem muito valor.
Do lado da Bahia me sinto feliz
Visinho de alagoas pertinho por um triz
Se faz um Sergipe, se faz Serigy.
Sergipanês, sergipano, sergipense
Ôxe menino, imagine, pense...
Êita gota serena, eu também sou daqui!?

Tarcísio Ramos

2 comentários:

  1. Great, man. Foi bom ouvi-la recitada por você antes de ler, dá pra ver suas expressões na minha leitura. É bom demais ser sergipano.

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  2. Muito obrigado meu caro, que boa essa sua interação com este blog. Sim, eu gosto de ser sergipano e esse poema retrata um pouco disso.
    Que massa que gostou da minha improvisada, deve ter ajudado a reforçar o ritmo do poema rsrs!
    Valeu meu caro, vamos nos escrever no concurso quem sabe podemos nos encontrar nos palcos.

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